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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Tempestades

Como vencer a lágrima incontida 
Quando no seio da noite, a tormenta 
Ruge, desvairada, turbulenta 
Qual um leão rasgando essa ferida 

A sombra abraça o corpo, o vento insulta 
Em cada canto o medo vibra e chama 
A alma irrompe do peito em pedra e lama 
Poço de mágoas que da dor, resulta! 

Mas finda a tempestade, rompe o dia 
Acende a luz da aurora em harmonia 
Obedecendo a lei da Natureza 

O sol suave brilha e se esmera 
Em uma doce manhã de primavera 
Renasce a Alma plena de beleza!


6 Comments:

C Valente said...

lindo, saudações amigas

Jorge P. Guedes said...

MENINA

Belo soneto!

De volta ao mundo dos blogues vou colocar o link para o "Momentos de Vida"

Um abraço.

Uouo Uo said...

thx

كشف تسربات المياة
غسيل خزانات
شركة نظافة عامة

Uouo Uo said...


thank you

سعودي اوتو

António Jesus Batalha said...

Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens
é um bom blog, daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
Eu também tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita
Ficarei radiante,mas se desejar seguir, saiba que sempre retribuo seguido também o seu blog.
Deixo os meus cumprimentos e saudações.
Sou António Batalha.

Rafeiro Perfumado said...

E depois da tempestade, veio a bonança?